Comunicação corporativa tem que ser integrada, profissional e estratégica, seguindo os valores do negócio e da economia

Os valores do negócio e da economia vêm passando por muitas transformações nos últimos anos o que levou também a uma mudança no conceito de gestão da imagem e da reputação das empresas. Quesitos como transparência nas relações, o bom trato do corpo funcional e o relacionamento com o público vizinho à empresa e demais stakeholders são tão importantes quanto a gestão financeira e a qualidade de serviços e serviços.

Por Katja Polisseni

A comunicação corporativa por natureza tem que ser integrada, de mão dupla, tratada como ferramenta de inteligência empresarial. Apenas dessa forma ela será capaz de ajudar na construção, manutenção e/ou mudança da imagem de uma organização. E quando se fala em imagem e reputação de uma empresa, deve-se considerar o diálogo efetivo com os seus distintos públicos, o que só é possível com o amparo de uma equipe multidisciplinar, apta a atuar nos diferentes âmbitos da comunicação corporativa.

Não importa se a empresa irá criar um núcleo de comunicação ou contratar uma agência de comunicação, mas deve encará-la de forma profissional e como investimento estratégico e fundamental para o sucesso de seu negócio. Não há espaço, no mercado atual, para o uso da comunicação de forma amadora e pontual, para “apagar incêndio” ou lançar produtos e campanhas. O trabalho perene permite uma continuidade e redirecionamento do que não esteja sendo efetivo e a potencialização do que tem dado certo. Saem ganhando a empresa, os funcionários, a comunidade e os demais públicos.

Fica a dica!

Katja Polisseni é jornalista formada pela PUC Minas, tem mais de 20 anos de atuação e é especialista em Comunicação Estratégica e Gestão de Marcas pela UFBA. Escreve para o blog às quartas-feiras